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em como uma pessoas de bem se torna uma pessoa de bens



se preocupar pra quê?
façamos nossos poemas enquanto o mundo queima
toquemos nossa lira entre gritos e chamas
um bom gole de vinho, um drama, guloseima, buquê
chorar pra quê?


ocupemo-nos com obrigações gerais, coisas da vida. o fim é assim: morte que vive entre dois seres, o primeiro e o último duas pessoas vivendo a mesma idéia - ao menos imaginando que vivam, conceito e peito (mas eis que revela-se a escura revelião e diz, pensa e lucida A REVELIÃO LUCIDA assim sem acento, isso)

meus dedos envelhecem, juntas que engordam e dormem sonhos que soam como sinos no meio da noite e me deixam sozinha (a amorosa amada ao meu lado sempre, que sorte a minha) eu sozinha

ela tem os olhos azuis como um blues perfeito, feitos de luz, me olham como se eu fosse sua e sou, sou sim sou sua

arre, me ouça falando palavras nobres e ambíguas, querendo atenção. lição: quiabo cura úlcera, nada se perde no entulho, recomeça-se quando se-reacaba. não me leve a sério só de leve mas demais que ainda vou com muito ânimo no amor sempre em frente e além




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